terça-feira, 13 de março de 2012

NO RIO DE JANEIRO
Estamos na Cidade Maravilhosa, no aguardo do jogo de amanhã, que marcará a estréia do Tigre na Copa do Brasil, torneio em que chegou às semi-finais, em 1990, e na final, com a conquista do título inédito para Santra Catarina, em 1991, que o levou à Taça Libertadores da América, em 1992. Grandes recordações. A Copa do Brasil é especial para nós, que acompanhamos o Criciúma. Tomara que o time consiga superar suas dificuldades, e estreiar com vitória, de preferência com o placar que lhe permita descartar o segundo jogo, marcado para o Heriberto Hülse.

O adversário
O Madureira pode até já ter aprontado algumas por aí. Mas, com todo o respeito que merece, não tem nenhuma tradição, nada em sua história que possa meter medo no Criciúma. Vimos seu jogo, no último domingo, quando perdeu para o Vasco da Gama, por 3 a 0, e comprovamos que não tem nada de excepcional, que possa nos impedir de pensar de forma positiva, em cima de uma vitória, amanhã, aqui no Rio de Janeiro. Claro que as dificuldades existirão, mas muito mais pelos problemas que o Criciúma tem, e não por qualidades do Madureira. Eu estou apostando em vitória do Tigre!

TIRO CURTO

Não há como lembrar dos bons tempos do Tigre na série A, estando aqui no Rio de Janeiro. Muitas vezes estivemos por aqui, no Maracanã, São Januário, Laranjeiras, etc.

Jogo amanhã, 16 horas, no estádio Aniceto  Moscoso. Com o torcedor do Tigre se desdobrando para ver e ouvir, em pleno horário de trabalho.


Estou curioso para saber qual será a escalação do Criciúma, para enfrentar o Madureira. Espero que não seja na base do “medômetro”.

Campeonato estadual, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro... o que o Tigre precisa é ter, urgente, a definição do seu time titular. Que a gente conheça na “ponta da língua”.

Presidente do Mampituba, Odilor Martins, quer construir uma quadra de showbol, no clube, antes do término do seu mandato, em 2013.

O Mampituba é extraordinário, com um trabalho de seus dirigentes, ao longo dos anos, que tem que ser exemplo para qualquer instituição.

GOL DE PLACA: a classificação dos cinco representantes da LARM na primeira fase da Copa Sul dos Campeões, que leva os dois primeiros ao estadual de futebol amador.

GOL CONTRA: os donos do poder no futebol brasileiro, que deviam aproveitar e seguir seu mestre Ricardo Teixeira, tirando seu time de campo.







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